Contratação que explica cada decisão.
O CodeTalent XAI avalia competência antes da identidade, mostra ao recrutador e ao candidato a mesma leitura do processo, e registra o porquê de cada movimento. Quem decide é sempre o recrutador — a plataforma organiza a evidência, não substitui o julgamento. Nenhuma caixa-preta.
Filtrar sem explicar não é seleção. É desperdício — dos dois lados.
O recrutador herda uma pilha de decisões que não consegue justificar. O candidato desaparece do processo sem saber por quê. E o talento certo, que estava a um requisito de distância, nunca volta.
Score sem justificativa
Viés que entra pela porta da frente
Banco de talentos morto
Exposição regulatória
Cinco regras que não negociamos.
Elas valem para todo candidato avaliado na plataforma, em qualquer vaga, de qualquer empresa. Não são configuração — são o que o sistema permite fazer.
Nenhum score reprova sozinho
A decisão de avançar ou reprovar é do recrutador e fica registrada como ato humano.
A explicabilidade é bilateral
Recrutador e candidato recebem a mesma leitura — as mesmas dimensões, os mesmos pesos, os mesmos fatores.
O score declara a própria incerteza
Sem evidência, não há nota. E a margem de erro anda junto com o número.
Competência antes da identidade
Nome, foto, idade e gênero não chegam ao avaliador antes da decisão de avançar.
Só entra instrumento com lastro
O que a psicometria descartou para seleção, nós removemos do produto.
Ninguém sai daqui sem saber por quê.
XAI — inteligência artificial explicável. Score determinístico: o mesmo currículo na mesma vaga produz sempre o mesmo resultado, e cada resultado vem acompanhado do que o sustenta. Um motor, duas visões da mesma verdade. O recrutador recebe a leitura completa para decidir. O candidato recebe a mesma leitura sobre si — sem ranking, sem comparação com terceiros.
Paridade, não versão consolo. O candidato recebe as mesmas dimensões, os mesmos pesos e os mesmos fatores que sustentaram cada nota — a mesma regra, não uma leitura simplificada. Fica de fora o que diz respeito aos outros — a posição no ranking e o comparativo com os demais candidatos — e a dimensão jurídica da avaliação.
O que muda quando a explicação é obrigatória.
Um score que declara a própria incerteza.
A avaliação tem cinco leituras independentes. Cada uma entra no score quando existe evidência real — e o número se recalcula junto com a margem de erro. Um candidato avaliado em uma dimensão não é comparável a um avaliado em quatro, e o sistema diz isso em vez de esconder.
Nenhuma dimensão é preenchida por valor padrão. Sem resposta, não há score — porque um número imputado não sobrevive a um pedido de revisão.
E o peso de cada dimensão é calibrado pela empresa. Para uma operação crítica, o técnico manda; para um time que já se queimou com quem tinha o currículo certo e o comportamento errado, o cultural pesa mais. A calibração fica registrada junto com a decisão — quem auditar depois vê o critério que estava valendo naquele processo.
Um copiloto que trabalha o funil inteiro.
Da abertura da vaga ao relatório de decisão. Tudo em uma superfície só, com trilha de auditoria em cada passo.
Copiloto em linguagem natural
Match explicável (XAI)
Kanban de decisão
Banco de talentos vivo
Auditoria por decisão
Cada processo deixa um mapa.
O candidato não recebe um diagnóstico solto por vaga. As lacunas de todas as candidaturas se acumulam num só lugar — e ele enxerga o padrão que o está segurando.
A mesma leitura que o recrutador vê
Oportunidades consolidadas
Competência antes da identidade
Um "não" hoje não fecha a porta
Em qualquer etapa, a evidência sai em PDF.
Explicabilidade que não fica presa na tela. Os dois lados do processo emitem, quando quiserem, o documento que sustenta o que aconteceu — sem abrir chamado, sem esperar o fim do processo.
Dossiê do candidato
Relatório de auditoria
Meu Desenvolvimento
Meu Consentimento
Direito à revisão, na prática. A LGPD garante ao titular a revisão de decisões automatizadas. Aqui isso não é um pedido por e-mail respondido em quinze dias úteis — é um botão que gera o documento na hora.
O que nos recusamos a usar — e por quê.
Boa parte do mercado de avaliação comportamental roda sobre instrumentos que a psicologia científica já descartou para seleção. Removemos os três mais populares do produto, em definitivo.
Culture add, não culture fit
Instrumento de apoio à decisão
Quanto você paga hoje por contratação?
Agências de recrutamento costumam cobrar de 1 a 1,5 salário mensal por vaga fechada. Aqui você paga a assinatura mais o que consumir por candidato — Radar de Competências, Reputação Digital e Unlock de contato — e nada pela triagem nem pelo Fit Cultural.
Compara apenas o honorário de recrutamento, calculado a 1 salário mensal por contratação — a ponta conservadora do intervalo. Não inclui o custo de substituir uma contratação que não deu certo, citado no topo desta página. Estimativa indicativa, não é promessa de resultado.
Conformidade que não é um PDF na gaveta.
O direito à revisão de decisão automatizada previsto na LGPD já está implementado como funcionalidade do produto — não como cláusula de contrato.
Triagem e Fit Cultural são grátis. Você paga pelo resultado.
Match, ranking explicável e Fit Cultural não são cobrados — nunca. A assinatura libera os recursos recorrentes; os avulsos são cobrados por candidato, quando você decide avançar.
Crédito suficiente para percorrer um candidato inteiro — Radar, Reputação e Unlock. Sem cartão de crédito. Um trial por CNPJ; o acesso recorrente expira em 7 dias, o crédito dura até ser consumido.
Vindo de outra plataforma? Anexe os arquivos exportados — cargos, vagas, colaboradores, banco de talentos — e nossa equipe prepara a migração para o CodeTalent.
Solicitar migraçãoPerguntas frequentes
O CodeTalent decide sozinho quem passa?+
Não — e isso é estrutural, não uma configuração. Nenhum score reprova candidato automaticamente. A plataforma organiza a evidência, quantifica e explica o porquê; avançar ou reprovar é ato do recrutador, e fica registrado como tal na trilha de auditoria. Um resultado divergente pode significar diversidade de perspectiva, e não incompatibilidade — quem faz essa leitura é uma pessoa. É também o que sustenta a conformidade com o Art. 20 da LGPD, que trata de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado.
Mostrar as lacunas ao candidato não expõe nosso critério de seleção?+
Expõe o critério, e isso é intencional — um requisito conhecido é um requisito que o candidato pode resolver. O que não sai é o que diz respeito aos outros: a posição no ranking, o comparativo com os demais candidatos e a dimensão jurídica da avaliação.
Como funciona o double-blind na prática?+
Nome, foto, idade e gênero não são renderizados para o recrutador durante toda a avaliação. A identidade só aparece com o Unlock de contato — o passo em que a empresa decide falar com a pessoa. Isso torna o double-blind estrutural, não uma configuração que alguém pode desligar.
Se pago a assinatura, por que ainda pago por candidato?+
São duas coisas diferentes. A assinatura de R$ 349,90 libera os recursos recorrentes da plataforma — busca completa, Banco Global, Alertas, equipe, BI avançado. Os avulsos (Radar, Reputação, Unlock) são cobrados por candidato, via Wallet, e não estão inclusos na assinatura. A triagem e o ranking explicável continuam gratuitos nos dois casos.
Substitui o ATS que já usamos?+
Sim — o CodeTalent XAI é a plataforma completa: abertura de vaga, triagem, kanban de decisão, perfil do candidato, banco de talentos e trilha de auditoria. Ele ocupa o lugar do ATS, não se soma a ele. E a troca não precisa ser de uma vez: comece por uma vaga real — a triagem é gratuita — e traga as demais no seu ritmo.
Quanto tempo até a primeira vaga rodando?+
A criação da vaga é feita em texto corrido e o motor extrai os requisitos automaticamente. Não há projeto de implantação obrigatório, e o trial de 7 dias já vem com R$ 480 em crédito para percorrer um candidato do início ao fim.
O candidato paga para se candidatar?+
Não — e isso não tem exceção. Participar de qualquer vaga é gratuito: criar o perfil, se candidatar, ser avaliado, emitir o documento "Meu Desenvolvimento" e permanecer no banco de talentos. Quem paga pelo processo seletivo é sempre a empresa. À parte disso, o candidato pode, se quiser, contratar serviços que agregam ao próprio perfil profissional — sempre opcionais, nunca exigidos para concorrer a uma vaga.
Uma decisão auditável precisa de um responsável com nome.
Não faria sentido exigir explicabilidade de um produto e esconder quem o construiu. O CodeTalent XAI é desenvolvido no Brasil pela RedeMetro — hub de inovação, infraestrutura e inteligência artificial.
O Hub da RedeMetro apoia empresários a tirar projetos de inovação do papel: na identificação de editais compatíveis com o perfil da empresa, na captação de recursos de subvenção econômica e investidores privados, na conexão com ICT e IES, no fornecimento de infraestrutura computacional de alta capacidade e uma rede que recepciona bolsistas e estagiários, gerando oportunidade de contato direto com tecnologias e conhecimento na prática.